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Devocional
Inigualável
Por Pr. Hélder Rodrigues
O nascimento de Jesus é o mais proclamado e o mais significativo nascimento da história. O Natal de Cristo não começa em Belém — começa na eternidade. Antes que a luz tocasse a manjedoura, a própria Luz já brilhava nos decretos de Deus. Antes que Maria o embalasse nos braços, o Pai já o apresentava ao mundo dizendo: “Tu és o meu Filho; eu hoje te gerei” (Sl 2.7).
Nenhum outro nascimento foi assim. Prometido no Éden (Gn 3.15), anunciado séculos antes como o Filho de uma virgem (Is 7.14), gerado pelo Espírito Santo, revelando o grande mistério da encarnação: Jesus é plenamente homem e plenamente Deus. Seu local de nascimento foi profetizado com precisão — Belém, pequena aos olhos humanos, mas eterna no propósito divino (Mq 5.2). Sua missão foi anunciada como luz para as nações, redenção para pecadores e esperança viva para todos os que creem (Is 9.1–2; 42.6).
Todo nascimento aponta para a vida, mas só o nascimento de Jesus aponta para a eternidade. Todo bebê traz esperança, mas só um Menino trouxe salvação (Is 9.6). Por isso afirmamos: Jesus é inigualável.
Ninguém viveu como Jesus. Em toda a sua majestade, Ele se fez como nós. Esvaziou-se para revelar que a verdadeira grandeza se manifesta na humildade e no serviço. O Deus digno de toda glória nasce numa manjedoura; o Rei dos reis entra em Jerusalém montado num jumentinho. Veio para os seus, foi rejeitado, e ainda assim continuou amando. Ninguém serviu como Ele serviu. Ninguém amou como Ele amou. Amou os fracos, os doentes, os pecadores, os quebrados e até seus inimigos. Ninguém ensinou como Ele; toda verdade emana d’Ele. Ninguém falou como Ele, com autoridade perfeita e amor sem medida.
Ninguém morreu como Ele. Sua morte não foi apenas um martírio injusto, mas substituição santa. Na cruz, Ele recebeu o castigo que pesava sobre nós; sobre seu corpo foi derramada toda a maldição dos nossos pecados (Is 53.4–6). Tão grande foi essa carga que o profeta declarou que seu semblante estava desfigurado além de qualquer homem (Is 52.14). Sua morte não foi o fim de um justo, mas a salvação do mundo (Jo 1.29).
Ninguém ressuscitou como Ele. Ninguém lhe tirou a vida; Ele a entregou. A morte não teve poder para retê-lo. Sua ressurreição é eterna e garante vida eterna a todos os que nele creem (At 2.24).
Ninguém reina como Ele. O governo está sobre seus ombros. Ele reina com majestade, graça e poder. Tudo subsiste n’Ele, e seu Reino é firme e eterno (Is 9.6).
Diante disso, o que nos resta?
Adorá-lo. Servi-lo. Proclamar que só Jesus é o Senhor.
Isso é Natal: Cristo nascendo continuamente em nossos corações.


















